Após tentar dar golpe em homem, brasileira rouba mulher que a acolheu em Massachusetts

Quando fez uma solicitação de amizade no Facebook, José Amélio da Silva jamais imaginou o…

Quando fez uma solicitação de amizade no Facebook, José Amélio da Silva jamais imaginou o que iria acontecer com a vida dele. Logo depois dos primeiros contatos com Sara Estefani Serafim, ele passou três anos enviando dinheiro para ela, até ser envolvido em uma cilada nos Estados Unidos.

José foi a primeira vítima de Sara

Ele contou o que aconteceu em uma entrevista ao repórter investigativo Thathyanno Desa, do programa Lado a Lado com a Verdade. De acordo com as informações, o relacionamento durou quase três anos. “Começou com uma solicitação de amizade no Facebook”, conta.

José disse que a primeira coisa que fez foi perguntar a idade dela, que era 25 anos. Sabendo que se tratava de uma maior de idade, iniciou a conversa e com o passar do tempo se tornou uma amizade. “Ela falou que eu apareci no momento que ela mais precisava e que estava pensando em cometer suicídio. Dizia que o sonho era morar nos Estados Unidos e eu dizia que tinha que trabalhar para juntar dinheiro. Ela era dramática e eu disse que não era esposo dela e que estava apenas a auxiliando”, disse.

Com o tempo os dois foram ficando mais amigo e ela sempre pedia fotos dele. “Ela dizia que eu era o diamante negro dela. Ela conseguiu o visto e eu paguei tudo. Ela chegou aos EUA depois de quase três anos. Quando ela chegou eu disse para ir trabalhar e poder andar com as suas próprias pernas, mas não foi o que aconteceu”, explicou.

Ele conta que certo dia estava no trabalho e recebeu uma mensagem dela que dizia: “José Amélio, quero a minha passagem para Orlando, vou embora”. Imediatamente ele entrou em contato com ela para saber o que estava acontecendo. “Tá doida. Faz 13 dias que você está aqui”, questionou ele.

Mas ela fez ameaças e disse que “se ele não colocasse a passagem na mão dela, chamaria a polícia”.

Todos os amigos deles aconselhavam a comprar a passagem e manda a mulher embora.

José trabalha duro, e mandava o dinheiro para ajudar a família no Brasil. “Eu pensava, eu não posso trocar a minha família por uma aventura dessas. Me arrependi e ligue mi pros meus filhos”, conta.

O caso, porém, ficou ainda mais sério quando ele se negou a continuar enviando dinheiro para a mulher. “Numa noite ela pegou meu telefone, pegou as fotos, contatos do Facebook dos meus filhos. Pegou todas as informações. Quando ela voltou ao Brasil eu falei que era uma pena ela ter voltado, pois o sonho dela era morar na América”, disse.

Mas foi no momento em que ele disse que não enviaria mais dinheiro que tido ficou complicado. “A mulher se transformou no satanás. Ela dizia que mandaria para a minha família tudo que eu fiz, que tirou fotos minhas, pelado, e enviou”, conta. “A primeira foto que ela mandou foi para a mãe dos meus filhos, quando estava na igreja. Depois mandou para os meus filhos e um deles passou mal”, continuou.

Um tempo depois, Sara voltou aos Estados Unidos e procurou por José, mas ele disse que não queria que ela morasse com ele, porque ela quase acabou com a sua família. “Ela disse que era para eu somente recebê-la só, mas chegando ao aeroporto, demorou 40 minutos para sair. Ela explicou que não conseguia sair porque a porta do avião não abria”, disse ele acrescentando que cada áudio que enviava, ela apagava.

José disse a ela que não a levaria para morar com ele e a deixou em um hotel. “Durante o caminho, ela disse que estava com dor de cabeça e pediu para eu comprar um remédio. Eu sai e deixei o celuar no carro. Ela se aproveitou e apagou todas as fotos. Ela fez tudo premeditado para me prejudicar”, afirma. “Quando eu cheguei ao hotel, ela disse que ia chamar a polícia porque eu estava a colocando numa espelunca. Eu disse que não precisava chamar, porque ela tinha um Visto de 10 anos e que se ela fizesse isso, me prejudicar, pois eu não tenho documentos. Ela, então, apertou a mão e comecou a gritar ‘help me’. O policial veio direto em mim. Perguntou o que aconteceu, e eu disse que nem eu sabia. Perguntou se eu tinha batido nela, e eu disse que não. Veio com tudo planejado para dar o golpe em mim”, afirmou.

Monnyck acolheu a mulher que teria lhe roubado

OUTRA VÍTIMA

José Amélio não foi a única vítima de Sara. A brasileira Monnyck Leal, que mora em Waltham (Massachusetts), relatou que abriu as portas da própria casa para ajudar, e em troca, foi roubada. “Eu estava ao trabalho quando uma amiga chamada Juliana me ligou e disse que tinha uma pessoa que precisava de ajuda. Ela disse que estava sem dinheiro, hospedada em um hotel e que estaria sofrendo abusos do namorado. Que teria saído do apartamento do namorado e ido para o hotel, e tinha acabado o dinheiro”, disse. “A Juliana pensou que a pessoa que poderia ajudar era eu”, continuou.

Monnyck conta que Sara ligou e perguntou sobre um quarto para alugar. “Eu disse que tinha, mas iria cobrar nada porque ela estava desempregada e iria ajudar. A Juliana trouxe ela e a levou até uma casa próxima para trabalhar com ela e foi onde a gente se conheceu”, revelou Monnyck. “Ela disse que o suposto namorado queria que ela cozinhasse para ele, mas ele ia para balada, chegava de madrugada e ela teria juntado todo o dinheiro como helper e ajudado ele a comprar um carro, o qual ele teria tomado dela”, continuou.

Monnyck conseguiu um emprego para Sara, que trabalhou na sexta, sábado e segunda-feira. Mas na terça ela foi dispensada, pois não queria trabalhar. “Eu cheguei tarde na terça. Ela bateu no meu quarto e falou que a mulher dispensou ela e que não ia ficar. Disse que usaria a passagem que comprou para vir para cá, para voltar ao Brasil”, seguiu.

Ela pediu para Monnyck comprar uma passagem até Orlando, onde faria a conexão. “Eu comprei no cartão de crédito e ela me deu o dinheiro. Isso na noite de terça. Na quarta, eu saí para trabalhar. Não tive muito contato. Na quinta, eu quase não a vi. Eu trabalhei muito nesses dias, cheguei muito tarde. Na quinta, ela mal saiu do quarto e na sexta ela mal se despediu. E eu achei muito estranho. Eu hospedei como se fosse uma amiga”, completa.

Foi quando Monnyck percebeu que havia sido roubada. “Eu tinha US $320 guardados em uma gaveta e dei falta dele na sexta-feira. E chamei a polícia. No domingo, eu fui mexer em uma parte que eu tenho no meu quarto, a qual deixo fechada com uma fechadura de segredo. Só que eu dei bobeira. Ela perguntou a senha do wifi e os quatro últimos dígitos são o código da fechadura que tranca. Não é nada valioso. É para as crianças não mexerem. E eu dei falta de um brinco de brilhante, de família. E só fui dar falta no domingo. Eu dei bobeira. Eu não associei que ela ia fazer isso comigo. E nessa altura, ela provavelmente já estava no Brasil”, conta.

Monnyck contou que ainda tentaram entrar em contato com Sara, que depois que chegou ao Brasil, bloqueou todos nas redes sociais. “A Juliana tentou ligar pra ela. Ela não atendeu. Depois falou que pegou o dinheiro na casa da Monnyck, não ajeitou as coisas no quarto e é uma má agradecia. Nesse momento me bloqueou, bloqueou a Juliana, bloqueou a outra pessoa que estava morando na minha casa”. (fonte> GN News USA)


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Fonte: Brazilian Times

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