Movimento de mulheres israelenses envia mensagem a Trump: “pronto para a paz”

“Queremos que o conflito seja tratado desde um ponto de vista mais feminino, ou seja, mais pragmático, empático, com menos ego e nisso todas as integrantes estamos de acordo”, explicou à Agência Efe Marielyne Smadja, uma judia que se define como sionista enquanto assegura que a única coisa que têm em comum é que são mulheres, muitas com experiências dolorosas por conta do conflito e todas com “uma visão diferente da dos homens”.