Vangelia Gushterova, mais conhecida por Baba Vanga, morreu em 1996, aos 84 anos. Contudo, todos os anos, quando chega aos últimos dias de dezembro, são reveladas novas previsões desta mulher cega, de nacionalidade búlgara, que muitos acreditam ter sido uma poderosa vidente.

Para 2022, há seis previsões assustadoras, revela a imprensa internacional, incluindo uma nova pandemia. De acordo com Baba Vanga, o próximo ano não será muito diferente de 2021.

Uma das suas profecias mais inquietantes sugere que um asteróide, de nome ‘Oumuamua’, será enviado por criaturas alienígenas em busca de vida na Terra e que este poderá levar alguns ‘prisioneiros’ como prova.

Outra previsão é de que há outra pandemia chegando. Um vírus que estava congelado, na Sibéria, será libertado para o mundo, devido às alterações climáticas.

Baba Vanga teria previsto também que a Austrália, assim como alguns países da Ásia, serão atingidos por uma onda de inundações desastrosas este ano. Já outros países sofrerão devido à falta de água potável.

Na Índia as temperaturas vão atingir os 50ºC, o que levará “gafanhotos atacar plantações, causando uma onda de fome imensa”.

Por fim, a previsão mais verossímil da famosa vidente é que as pessoas irão passar mais tempo que nunca em frente a telas e que isso poderá levar a que muitos sejam “empurrados para uma espiral onde se confunde fantasia com realidade”.

Conhecida também como ‘Nostradamus dos Balcãs, Vangelia Gushterova já teria adivinhado várias tragédias, como a morte da princesa Diana, o 11 de setembro, o acidente de Chernobyl e ainda a dissolução da União Soviética.

Antes de morrer, Baba Vanga revelou que perdeu a visão aos 12 anos, momento em que Deus lhe deu o dom da clarividência. Apesar de se falar que deixou previsões até o ano de 5.079, muitos são os que refutam que as mesmas sejam realmente dela, visto que, não há nenhum documento escrito.

Apesar de algumas das profecias terem batido certo com a realidade, há também casos em que as mesmas não se verificaram, como é o caso do início da Terceira Guerra Mundial, em 2010, e Obama ser o último presidente dos EUA, em 2016.