Cidadezinhas espetaculares da Europa: Altea

Em cada cantinho, um bom motivo pra fazer uma pausa Adriana Setti/Arquivo pessoal

Costumo dizer que a Espanha é um país infinito. Por mais que viva aqui há 20 anos, e que esteja sempre atenta a lugares para descobrir, não canso de ser surpreendida. Depois de mais de um ano sem viajar para fazer turismo, topar com a graciosa Altea, que o jornal El Pais definiu como “o paraíso desconhecido da Costa Branca”, foi um presente.

Conhecida como “a cúpula do Mediterrâneo”, essa cidadezinha de 20 mil habitantes fica a 10km quilômetros de Benidorm, o Balneário Camboriú da Espanha, e a 60km de Alicante, onde está o aeroporto mais próximo. Mesmo cercado por essas gigantes do turismo espanhol, no entanto, o povoado ainda tem jeitinho provinciano, muita personalidade e vida própria. Com seus moradores tomando uma brisa na janela ou jogando dominó no banco da praça, não é uma daquelas cidadezinhas fofas que parecem um parque temático. O turismo sustentável e a preservação do caráter essencial da cidade estão entre os grandes objetivos dos administradores e comerciantes. E isso se nota.

Em cada praça ou beco, um bom motivo para olhar para o mar Adriana Setti/Arquivo pessoal
“O paraíso desconhecido da Costa Branca”, segundo o jornal El País Adriana Setti/Arquivo pessoal
Por trás de cada fachada, uma lojinha, um ateliê… Adriana Setti/Arquivo pessoal
A rua principal é micra, mas dá pra passar horas passeando por ela Adriana Setti/Arquivo pessoal
Apesar de linda, Altea não é um “parque temático” Adriana Setti/Arquivo pessoal
A Parroquia De Nuestra Señora Del Consuelo, coroando a cidade Adriana Setti/Arquivo pessoal

Luz de fim de tarde em Altea

Altea, uma surpresa pertinho de Benidorm Adriana Setti/Arquivo pessoal

Considerado um dos povoados mais bonitos da Espanha em várias listas de publicações nacionais, Altea não nega o nome dessa região ao sul de Valência, conhecida como Costa Blanca. Casas alvíssimas se enfileiram por ruas pedras, fazendo destacar ainda mais a cúpula da igreja de Nossa Senhora do Consolo, que coroa o centro histórico, revestida de cerâmica azul.

Ainda que seja diminuta, a rua principal, de San Miguel, pode levar horas para ser percorrida. Por trás de cada fachada, um achado: estúdios de ceramistas, galerias de arte e muitas lojinhas bonitas. Em cada pracinha, um motivo pra uma pausa. Em cada beco, uma oportunidade de olhar o mar.

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    Fonte: Viagem e Turismo

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