Pesquisadores de dança defendem mais diálogo e menos hierarquia na universidade

Nesse sentido, a curadora Cláudia reforça que cada dançarino é único e, a partir do conjunto de suas experiências, dentro ou fora da universidade, ele será capaz de escolher como conduzir seu trabalho. “Com as discussões, com o estudo teórico, com a prática, eu acho que o artista consegue, ele mesmo, trilhar um caminho, de forma que ele não seja simplesmente mão de obra para esse mercado”, conclui.

Fonte: G1