O homem que cresceu no lixo e fez dele seu meio de vida

Direito de imagemHeudes Regis.

O pernambucano Carlos André dos Santos aprendeu a sobreviver do lixo e criou cooperativa que ajuda centenas de pessoas A história de Carlos André dos Santos se confunde com o lixo. Aquilo que ninguém quer se tornou, ainda na infância, esperança na vida do pernambucano de 38 anos.

Carlos aprendeu a viver – e sobreviver – no antigo lixão da Mirueira, atualmente desativado e por muito tempo um dos maiores e mais violentos da região metropolitana do Recife.
Nesse local, na cidade de Paulista, ele passou de catador de lixo a personagem de uma história de transformações. Hoje, comanda uma cooperativa de catadores e trabalha para que o antigo lixão vire sede da primeira usina de resíduos sólidos do Norte/Nordeste.

6 aparelhos obsoletos que são vendidos a preços exorbitantes na internetNo começo, o depósito de lixo era um meio de fuga dos maus tratos sofridos em casa. Ficava por lá o máximo de tempo possível. Dormia onde e como desse. Misturava-se às famílias que viviam na área, em condições degradantes.
Aos sete anos, a mãe biológica o abandonou.

Fonte: BBC