A reforma trabalhista vai gerar empregos? Por que a questão divide especialistas

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Reunião da Comissão Especial da Reforma Trabalhista, pauta que será votada nesta quarta na Câmara A Câmara dos Deputados deve votar nesta quarta-feira a controversa reforma trabalhista defendida pelo presidente Michel Temer. Se a proposta for aprovada, segue para análise do Senado.

Críticos da reforma acreditam que as mudanças propostas retiram direitos dos trabalhadores, o governo argumenta que a “modernização das leis vai gerar mais empregos” ao melhorar as condições de contratação para as empresas.
A tese divide estudiosos do tema. Opositores da reforma ressaltam que o principal gerador de emprego é o crescimento econômico, obtido com mais investimentos e aumento do consumo.

Já seus defensores consideram que mercados de trabalho com regras mais flexíveis permitem às empresas demitir menos em tempos de crise (por exemplo, ao reduzir jornadas e salários ou terceirizar funções) e a ter menos receio em contratar quando a economia dá sinais de melhora. Baixa popularidade dá a Temer ‘grande chance de passar reformas’, diz Luiza TrajanoO que muda na Reforma da Previdência – e o que isso significa para o trabalhador O advogado Mauro Menezes, autor do livro Constituição e Reforma Trabalhista no Brasil, diz que “não há evidência que a redução da qualidade dos empregos gera maior empregabilidade”.

Fonte: BBC