Departamento de Divisão de Terras do Novo México diz não a parceria com CBP

Na sexta-feira, dia 26, a chefe da Departamento de Divisão de Terras do Novo México se recusou…

Na sexta-feira, dia 26, a chefe da Departamento de Divisão de Terras do Novo México se recusou a adicionar sua assinatura à renovação de um acordo de cooperação com as autoridades da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos (CBP, sigla em inglês).

A comissária Stephanie Garcia Richard disse que está do lado dos membros da comunidade que a pediram para não trabalhar com a CBP devido a preocupações com a discriminação contra pessoas de cor ao longo da fronteira com o México.

Stephanie e colegas democratas no Novo México criticaram as políticas de fronteira adotadas pela administração Trump. O acordo, executado pela primeira vez em 2015 sob o governo Obama, também abrange o Arizona, Califórnia e Texas e envolve outras agências federais de gerenciamento de terras, escritórios estaduais de preservação histórica e governos tribais na Califórnia, Arizona e Oklahoma.

Stephanie afirmou que outras tribos que possuem laços culturais com a região de fronteira não foram incluídas. “Sabemos que a consulta não é a intenção real deste documento e o Departamento não dará cobertura a abusos nas fronteiras”, disse ela em um comunicado.

Além de expressar seu apoio às tribos, ela disse que apoia os imigrantes, se recusa a apoiar as operações das autoridades federais de imigração ao longo da fronteira e se opõe à construção do muro.

Conforme exigido pela lei federal e diretrizes internas, os funcionários do CBP informaram que trabalham com outras agências federais, tribos, agências estaduais e grupos não-governamentais para atender às regulamentações ambientais, bem como aos compromissos com a administração cultural e a proteção dos recursos culturais.

Mas os críticos argumentam que existem brechas que permitem ao CBP controlar o que, em última análise, acontece em terras de confiança estatal e outras terras não federais ao longo da fronteira. Eles apontaram para recentes batalhas legais e outras manobras que abriram caminho para o trabalho avançar em regiões do muro na fronteira.

O acordo que a Comissária recusou-se a assinar indica que o CBP deve coordenar, com a ajuda das partes afetadas, o mais rápido possível, o processo de desenvolvimento do projeto e que métodos criem rotas e locais alternativos para evitar ou minimizar os efeitos nas propriedades históricas. “Mas não é isso que vai acontecer”, afirmou ela.


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Fonte: Redação – Brazilian Times.

Fonte: Brazilian Times

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